quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Mobilidade urbana terá influência na eleição.



Foram muitas as manifestações de contentamento dos porto-alegrenses que ficaram em Porto Alegre durante as festas de fim de ano. O motivo: a facilidade de circular pelo trânsito urbano. A razão: o deslocamento de boa parte da frota de veículos para o litoral gaúcho. E o melhor disso é a perspectiva de que isto se repita durante os meses de janeiro e fevereiro, quando uma imensa maioria da população se desloca de férias para o litoral. É a época em que a capital se transforma no paraíso dos motoristas.  E não só deles. E o fenômeno não ocorre apenas em Porto Alegre. Nas outras cidades de grande porte, como Canoas, Caxias e Pelotas, dentre outras, também. Claro que essa intensa migração de veículos para o litoral carrega consigo os problemas de saturamento de veículos. Os engarrafamentos, a falta de estacionamento e os acidentes de trânsito passam a ser problemas para quem circula pelas localidades litorâneas.

Faço esta referência para mostrar que atualmente a mobilidade urbana é um dos grandes temas dos tempos modernos. E que só se agrava. Ter carro hoje em dia é uma possibilidade palpável. E é por isso que a frota de veículos está aumentando demais. A ponto de prejudicar a qualidade de vida das pessoas. Sejam elas proprietárias de automóveis ou usuárias do transporte coletivo. Ou seja, o trânsito urbano já é um problema que está no rol das principais preocupações do cidadão.

É por isso que o assunto terá uma expressiva importância na eleição deste ano. Nunca o transporte urbano foi encarado com tanta seriedade pela população. Para os incrédulos, é recomendável lembrar que no Rio Grande do Sul existem 18 municípios com mais de 100 mil habitantes. São eles: Porto Alegre, Caxias do Sul, Pelotas, Canoas, Santa Maria, Gravataí, Viamão, Novo Hamburgo, São Leopoldo, Rio Grande, Alvorada, Passo Fundo, Sapucaia do Sul, Uruguaiana. Cachoeirinha, Santa Cruz do Sul, Bagé e Bento Gonçalves. Todos eles apresentando problemas de mobilidade urbana.


Por isto é recomendável que os candidatos a cargos do Executivo (estadual e federal) incluam em seus programas de governo e em suas promessas de campanha, alternativas para melhorar a trânsito nas grandes cidades. E que, uma vez eleitos, tratem de dar celeridade às obras e providências para a execução das necessárias melhorias. Enquanto ainda há tempo.

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