quarta-feira, 13 de novembro de 2013



Urna funerária ou eleitoral?



A redemocratização brasileira está por completar 33 anos. Então por que só agora esse repentino interesse pela descoberta da causa mortis do ex-presidente João Vicente Goulart? Por que não fizeram isto antes? E para que toda essa superprodução para a sua exumação? Não daria para ser algo mais científico e menos hollywoodiano? Tudo leva a crer que o interesse político se sobrepôs ao histórico. 

E quem ganha com tudo isso? Muita gente. A começar por Dilma, que busca a reeleição e tem preferência pelo que aconteceu na época em que militava na esquerda terrorista. Depois a ministra Maria do Rosário, que usa a pasta dos Direitos Humanos como trampolim para a conquista da vaga de pré-candidata a senadora, pelo PT gaúcho. No mesmo caminho vai a deputada estadual Juliana Brizola e outros mais. 

Tudo isso nos faz repensar no significado da expressão utilizada pelo líder positivista, Augusto Comte, de que “os vivos são sempre e cada vez mais governados pelos mortos”. 

Com a palavra o eleitor.

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