Marchezan adota na campanha a estratégia
de que a melhor defesa é o ataque
Alvo
preferencial dos candidatos à prefeitura de Porto Alegre, o prefeito Nelson
Marchezan Júnior, que busca a reeleição, mostra que não se intimida com as
críticas e nem mesmo com o processo de impeachment que tramita na Câmara se
Vereadores, e uso o ataque para se justificar e defender. “Construí um legado
de combate à corrupção e estou pagando um preço político por isso”, declara. E
cita sua intolerância com os casos de corrupção, que segundo ele aconteceram em
governos passados, envolvendo o Departamento de Esgotos Pluviais (DEP), a
Procempa e a Carris, como a motivação daqueles que hoje tentam tirá-lo da
prefeitura. “Conchavos e esquemas não foram aceitos e tolerados no meu governo”,
enfatiza.
Sobre a acusação de que não dialoga com a
Câmara de Vereadores e outros setores da sociedade para tomar decisões, rebate
dizendo que “não dialoga além do que se comprometi com os eleitores e com a
população”. Segundo o prefeito, as resistências que enfrenta do Legislativo se
deram em função das mudanças propostas e que auxiliaram, por exemplo, no
combate à pandemia do coronavírus.
Quanto
ao processo de impeachment que enfrenta, Marchezan diz que o objetivo é tirá-lo
do pleito. Admite que isso dificulta sua campanha, que já considerava difícil
em meio à pandemia. “Isso realmente me toma muito tempo, mas o que mais me
afeta não é ter que trabalhar mais, é a injustiça de ferramentas como
impeachment e CPI, que são para buscar a corrupção e que, na verdade, estão
sendo usadas por grupos políticos corruptos contra o prefeito que mais combateu
a corrupção na história da cidade.”
O
candidato tucano promete apresentar, na campanha, os pontos que considera
positivos de sua gestão, como a criação de uma Secretaria de Saúde técnica,
gerenciada por médicos, que abriu leitos, qualificou a atenção primária e inaugurou
o Hospital Santa Ana que, segundo ele, é uma referência para o país. Menciona,
também, os avanços em Segurança Pública, como a instalação de câmeras de
monitoramento por toda a cidade e a integração de sistemas de todos os órgãos
policiais e de fiscalização.
Fonte:
Portal CP

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