quarta-feira, 21 de maio de 2014

Copa do Mundo: rir para não chorar.



Sejamos sinceros. Ou pelo menos coerentes. No mínimo honestos com nossa consciência. Refiro-me a expectativa da prestação de bons serviços aos turistas da Copa do Mundo. Como um país que não prioriza a educação poderá oferecer uma mão-de-obra qualificada? Não tem como! Se temos governantes que não se preocupam com o futuro de nossas crianças e jovens como esperar que os poucos dias de Copa sejam uma maravilha?

  Por isso o melhor e se preparar para oferecer o que for possível e se conformar com as críticas. Pelo menos naquilo que acontecer fora dos estádios. Não acredito, sinceramente, que daremos vexame. O famoso jeitinho brasileiro vai adornar os problemas. Quando o enrosco for grande é só inserir uma escola de samba com suas belas passistas seminuas. Gringo adora mulata. Agora, se o descontentamento for de alguém mais exigente não tem jeito. Aí faça como a Marta Suplicy: relaxa e goza. Goza mesmo (debochar), pois outra característica  do brasileiro é rir de si mesmo. Então por que não rir dos outros. Quá quá quá. Eu já estou gargalhando. Para não ter que chorar. 

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