O sonho da renegociação da dívida virou pesadelo.
O que já era difícil agora se tornou impossível. Refiro-me a renegociação da dívida do Estado do Rio Grande do Sul com a União. Propalada como solução definitiva para a crise financeira, a proposta ajudou a eleger os dois últimos governadores. Tarso Genro, que se tornou governador com o discurso do alinhamento das estrelas e José Ivo Sartori, que dentro o pouquíssimo que disse na campanha, prometeu dar seguimento às negociações com o Governo Federal.
Pois hoje os jornais de todo o país estampam em suas capas que a União, com a desculpa de impedir a volta da inflação, decidiu cortar R$ 69,9 bilhões do seu orçamento para 2015. Com isso o Governo Federal não só inviabiliza qualquer negociação sobre a redução das dívidas dos Estados como coloca sob risco as poucas obras de infraestrutura que estavam sendo realizadas. Ou seja, o que era pouco tende a se tornar quase nada. E a tão esperada renegociação da dívida acabou se tornando um sonho de outono, inverno, primavera e verão.
E agora José?

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