ESSA VOCÊ NÃO SABIA.
A SPH NÃO É UM CABIDE EMPREGO.
Taí uma inverdade que o povo gaúcho precisa saber. Ao contrário do que o jornal Zero Hora informou, certamente com base em dados equivocados repassados pelo governo, e que a colunista Rosane de Oliveira conceituou como um órgão público utilizado como "cabide de emprego", a Superintendência de Portos e Hidrovias (SPH) NÃO É NADA DISSO.
Pelo contrário. É uma autarquia enxuta onde seus servidores precisam se multiplicar em dois para dar conta das suas importantes atividades, dentre elas, administrar os portos de Porto Alegre, Pelotas e Estrela, e cuidar da manutenção e sinalização de 758 quilômetros de hidrovias, que interligam os três portos, mais o Polo Petroquímico, a Celulose Riograndense e diversos terminais privados da Região Metropolitana, com o superporto de Rio Grande.
A realidade dos número e a veracidade dos fatos é a seguinte:
A SPH tem hoje 202 servidores e não 813 como a ZH divulgou. Os 607 adicionais são aposentados, que não custam nada a SPH pois seus proventos são pagos pelo IPERGS.
E mais, destes 202 servidores da ativa, 76 já possuem condições de aposentadoria, e 115 são servidores concursados que em sua maioria atuam diretamente em áreas operacionais, e que não podem ser demitidos. Ao contrário da imensa maioria dos órgãos públicos, repletos de cargos de confiança, a SPH possui apenas nove CCs.
Se a intenção do governo é racionalizar gastos e da imprensa informar corretamente, que a verdade sobre a SPH seja adequada e justamente apresentada.
Isso você não sabia.


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