quarta-feira, 1 de abril de 2015

Novo Cpers, velhos defeitos.


O Cpers, que pretende usar o diálogo como ferramenta de construção de soluções para a área da educação, precisa se decidir. Ou faz apenas política sindical ou se apresenta à sociedade como uma entidade universal, de caráter cidadão. Digo isso pela dualidade de conduta que representantes do Cpers vem adotando no debate da dívida pública do Estado. No dia em que a entidade anuncia que irá seguir os passos de Sartori, promovendo uma ampla discussão sobre a busca de soluções para a crise financeira e para a melhoria do ensino gaúcho, um pequeno grupo e professores tumultua a reunião promovida pelo governo do Estado, em Santa Maria, vaiando a manifestação do governador Sartori. Ou a direção do Cpers orienta seus filiados sobre a verdadeira causa que move os interesses da categoria ou a entidade, já desgastada perante a sociedade gaúcha, tende a cair em total descrédito. Quem não sabe aonde quer chegar não vai a lugar nenhum.  

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