A estiagem previsível.
Chegou a chuva e com ela a
salvação das lavouras de milho, até então ameaçadas pela estiagem. Mas até
quando a solução para os problemas da seca gaúcha vão continuar dependendo da
ajuda de São Pedro?
Todo o ano é a mesma coisa. Chega
o verão e a seca se instala no Rio Grande do Sul. Ai é prejuízo para a
agricultura, falta de água e de energia elétrica. E quando finalmente chove é
alagamento na certa. E ainda tem gente que fala que saúde, saneamento e energia
são prioridades. E que a solução dos problemas, dito por eles pontuais, serão
solucionados em breve. “No ano que vem não teremos mais problemas”, dizem.
Ai chega o novo ano e os
problemas se repetem. E nem mesmo os prejuízos econômicos resultantes das
longas estiagens, como as ocorridas no governo Rigotto, serviram de lição. Veio
o governo Yeda e com ele a promessa da construção de barragens e açudes. Até a
tradicional secretaria de Obras Públicas foi ampliada e passou a denominar-se
Secretaria de Obras Públicas, Irrigação e Desenvolvimento Urbano. Porém a
Irrigação acabou ficando só no nome. Veio o governo Tarso é a situação de
escassez de investimento no setor continuou a mesma. E os problemas também.
Diante de tal descalabro é de se
perguntar se nossos governantes deixam de agir por descaso, irresponsabilidade
ou incompetência? Sim, pois quem não ouviu falar em aquecimento global? Que o
controle e a estocagem de água potável é uma providência indispensável? Então
porque não constroem barragens e açudes? Por que não investem em saneamento?
Por que não governam com eficiência? Afinal, para que foi mesmo que se
elegeram?

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