quarta-feira, 19 de junho de 2013

Que venha a revolução! Mas que seja
 pacífica, ordeira e produtiva.
 
 
A Constituição Federal, em seu Art. 144, diz que a segurança pública é dever do Estado, direito e responsabilidade de todos, e deve ser exercida para a preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio, através dos órgãos de polícia.

Pois bem, quando os governantes dão ordem para que suas polícias não interfiram nos movimentos populares quando estiver ocorrendo depredação do patrimônio (público e privado), sob o argumento de evitar confronto e, consequentemente, ameaça a integridade física dos envolvidos, eles (governantes) não estão desobedecendo a Constituição?

E no caso da vigência da determinação, tornada pública pela imprensa, a responsabilidade pelo controle dos atos de vandalismo não passa a ser dos manifestantes (como um todo)?

Protestar é bom e faz bem. Mas ter limites também.

O certo é que não dá para tolerar criminosos escondidos por trás de máscaras e nem autoridades públicas, com interesses políticos ou não, omissas de suas responsabilidades.

Que venha um novo Brasil, mais ético e justo socialmente, mas que seja construído sobre uma base solidificada em cima do respeito à ordem e às leis.

Só assim estaremos formando líderes comprometidos com a melhoria de vida da população e formando uma nova consciência às futuras gerações de brasileiros.

sexta-feira, 7 de junho de 2013


                                          O PT e a nova classe média

Todos são iguais perante a lei. Ok. Mas existe uma verdade inequívoca numa democracia que se propõe justa: Se cabe ao Estado assegurar saúde, educação, segurança e justiça, tudo o mais tem que ser conquistado com trabalho. Por isso, considero temerário para a manutenção do regime democrático a política da filantropia com recursos públicos. Aliás, público mediante financiamento do contribuinte/trabalhador (pagador de impostos). Ou seja, o Estado, por força de lei, é o procurador do cidadão, com autonomia para gerir a contribuição compulsória que deveria subsidiar o desenvolvimento do país, estado e município, e que teoricamente deveria ser revertido em benefícios para a qualidade de vida dos cidadãos. 
Bem, mas e a tal justiça social? Que prega a lei "Robin Hood", pegando dos que geram renda para distribuir para os pobres que nada tem? Um Estado que funciona bem oferece serviços igualitários para as principais necessidades da sociedade. Ah, mas no Brasil o Estado não funciona bem! Mas não é por falta de dinheiro. Ouvimos todos os dias nossa presidente afirmar que somos um país em franco desenvolvimento, com um dos maiores PIBs do planeta. Se não é grana, então o problema está na gestão. E é ai que a porca torce o rabo. Sem gestão não há emprego. E sem emprego não há desenvolvimento pleno. Nem atendimento pleno das necessidades da população. 
 Façamos pois, todos, a nossa parte. O Estado cumprindo suas obrigações constitucionais e o povo gerando riquezas, através do seu esforço próprio. Para si, para sua família e, se possível, para a nação. Tudo isso para dizer que acho um absurdo o governo do PT, depois de dar(ou prolongar infinitamente o pagamento de prestações irrisórias não é quase doar?) casa resolva agora "doar" eletrodomésticos para a população chamada em "extrema pobreza". Sem produzir para colher os frutos, esse universo de apadrinhados políticos já dispõe de casa, eletrodomésticos, bolsa-família, cotas nas universidades, etc. Quero só ver quando começarem, nessa evolução fácil de vida, a exigirem carro, casa na praia e outros avanços mais. Gratuitamente. Afinal, a Dilma não tem dito que eles estão entrando para a classe média?